APELA – Associacao Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrofica Apela

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Está disponível a gravação do Webinar “A Telemedicina na reconfiguração dos modelos de prestação de cuidados”

Está disponível a gravação da terceira e última sessão do Ciclo Informativo Solidário, realizado na noite da última sexta feira de Fevereiro de 2021, um mês ainda instável em que o prefixo tele e a ideia de um “estar próximo ainda que à distância” continua a estar muito presente nas nossas vidas, nomeadamente através do emprego com o teletrabalho, da escola com o ensino à distância ou através da medicina com o recurso mais frequente à telemedicina e à telemonitorização.

A terceira e última sessão deste Ciclo Informativo centra-se justamente nesta última – a telemedicina -, naquelas que são as suas potencialidades, mas também naqueles que são os seus impactos ou os aspetos que devem ser salvaguardados para mitigar eventuais riscos de um sistema de cuidados a duas velocidades, para usar a expressão que consta no artigo “A difusão da telemedicina em Portugal”, da autoria da Joana e do Carlo, aqui presentes.

A  APELA deixa uma palavra de agradecimento aos doentes e cuidadores que acompanharam esta sessão e também aos parceiros que a tornaram possível:

  • À Linde Saúde, nas pessoas de Maria João Vitorino, de Luísa Lopes, Nelson Nabais, Cláudia Dias, e Tânia Leite que tem estado connosco na retaguarda de cada sessão para garantir que nada falha do ponto de vista técnico;
  • À Philips, na pessoa de Marina Gonzalez,
  • À Resmed, Patrícia Farinha e à
  • HK, nas pessoas de Bárbara Cruz e Susana Viana

Enquadramento do tema:

A pandemia por SARS-COV-2 trouxe vários desafios, nomeadamente no que diz respeito à reconfiguração dos modelos de prestação de cuidados de saúde. A necessária reorganização das estruturas de saúde para uma resposta prioritária a doentes não-covid comprometeu a atividade assistencial presencial a doentes crónicos, tendo a telemedicina surgido, neste contexto, enquanto resposta alternativa ao acompanhamento presencial e como forma de mitigar o impacto da suspensão da atividade assistencial.

Mas se, por um lado, esta transição digital pode representar uma oportunidade, vincando a necessidade de um investimento mais robusto capaz de garantir a evolução e consolidação dos sistemas de informação, por outro lado, coloca complexos desafios à reorganização do Serviço Nacional de Saúde (SNS), à igualdade no acesso aos cuidados de saúde e à transformação da relação entre médico e paciente.

Este tema foi discutido no dia 26 de Fevereiro de 2021 numa sessão que contou com as vozes de Ana Escoval, Vogal da Direção da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Hospitalar (APDH); Anabela Pinto, Investigadora no IMM, Diretora técnica no SMFR e na RNCCI do Montepio – Caldas da Rainha; Carlo Botrugno, Research Unit on Everyday Bioethics and Ethics of Science, Departamento de Ciências Jurídicas, Universidade de Florença; Eduardo Castela, Presidente da Associação Portuguesa de Telemedicina, e Joana Zózimo, RUEBES/Research Unit on Everyday Bioethics and Ethics of Science e CSG/ISEG, moderados por Henrique Martins, Médico Especialista de Medicina Interna.

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