As ajudas para a comunicação são importantes para o doente mas também para o cuidador. Ao comunicar de forma inteligível, o doente poderá transmitir ao cuidador as suas necessidades e sentimentos, facilitando os cuidados quotidianos. A comunicação eficaz permite também maior autonomia para o cuidador: facilita as suas ausências temporárias, fomenta o contacto do doente (presencial ou pela internet) com outras pessoas e possibilita a partilha de decisões.

Por ser quem está mais próximo do doente, o cuidador é um “facilitador” na utilização destas ajudas. Como a comunicação por via da escrita e fala sintetizada é usualmente mais lenta, o cuidador deve transmitir ao doente a disponibilidade para esperar e estimular a utilização destes meios.