Terapêuticas Farmacológicas

O riluzol (Rilutek®) é o único fármaco aprovado no tratamento específico da ELA. É um fármaco anti-glutamatérgico, que atrasa a progressão da doença. É tomado na dose de 50mg, 2x por dia, 1h antes ou 2h depois das principais refeições, dado os alimentos diminuirem a sua absorção. É levantado na farmácia do hospital, mediante receita médica. Dado ser metabolizado no fígado, é importante o controlo analítico regular (incluindo provas de função hepática e também leucograma).
 

Anti-oxidantes (como as vitaminas E e C e o selénio) são frequentemente prescritos por terem acção anti-radicais livres de oxigénio.
 

Outros medicamentos com acção sintomática são também prescritos, muito importantes para aumentar o conforto, como anti-espásticos, fluidificantes e bronco-dilatadores, anti-depressivos, ansiolíticos e analgésicos.
 
 

Terapêuticas em estudo

Muitos estudos científicos estão presentemente a decorrer visando encontrar a cura da doença ou, pelo menos, uma terapêutica que trave a sua progressão. Contudo, até ao momento, ainda não se conseguiram resultados satisfatórios. O seu médico assistente informá-lo-á sempre que haja novas terapêuticas benéficas para si.


 

Tratamento não farmacológico

Fisioterapia, hidrocinesiterapia e terapia ocupacional:   A reabilitação é fundamental para a manutenção do trofismo muscular e das amplitudes articulares. Todos os exercícios poderão ser executados desde que realizados em segurança e com cargas moderadas, sem desencadear cansaço extremo, dispneia ou dor, incluindo mialgias e cãibras.
 

Muitos doentes optam pela realização concomitante de acupunctura, magnetoterapia, medicina quântica, homeopatia, osteopatia, terapia sacro-craniana, entre outras. Não existe qualquer evidência científica dos seus benefícios. Por favor, informe o seu médico de eventuais terapêuticas que esteja a efectuar. 

Últimas Notícias

02
NOV
APELA
APELA participa na No...
22
SET
APELA
ELA de Norte a Sul: A...
16
SET
APELA
SPMI organiza Jornada...